Tag: radioterapia

16 de setembro de 2018

Aconteceu, nos dias 14 e 15 de setembro de 2018, o 1º Simpósio CLINRADI em Radioterapia para Câncer de Cabeça e Pescoço. Parabenizamos a equipe CLINRADI por mais esse excelente evento de elevado nível científico. Sergipe está muito bem assistido. A Otocenter marcou presença com o colega Daniel d’Avila, que ministrou a palestra “Procedimentos Endoscópicos em Tumores Iniciais de Laringe” e participou da mesa de discussão do módulo de Laringe ao lado de grandes nomes da Oncologia, Radioterapia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço do estado de Sergipe e do Brasil. Aproveitamos para parabenizá-lo pela marcante participação.

“Otocenter – Sua Clínica de Voz, Nariz, Ouvido e Garganta em Sergipe”.

Prof. Dr. Jeferson d’Avila
Diretor Presidente da OTOCENTER

Confira algumas fotos do evento:

Palestrantes, debatores e equipe CLINRADI

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3 de fevereiro de 2015

Autor: Dr. William E. N. Soares*

Logo SAN GIOVANIDurante muitos anos o tratamento standard do câncer era realizado pela cirurgia ou radioterapia. A cirurgia radical ou agressiva tinha como conseqüência a perda da função ou do órgão( exs: mastectomia radical de Halsted, cirurgia de Miles, laringectomia total, amputações de membros, etc). A radioterapia exclusiva ou radical indicava-se naqueles casos considerados inoperáveis ou quando se desejava a conservação do órgão ou tecido e o tumor era bastante radiosensível que justificasse a radioterapia isolada.

“A cirurgia oncológica sempre se associou com ressecções extensas, incisões amplas, retiradas de órgãos, com a conseqüente perda da função. A mutilação estética e a incapacidade funcional, completa ou parcial, deixaram marcas profundas sobre os pacientes com câncer. O preço pago até então se justificava pelo ganho em termos de taxas de cura e sobrevida, quase que exclusivamente ligadas ao tratamento cirúrgico. Nas últimas décadas, no entanto, com as modalidades de quimioterapia e de radioterapia mais eficientes, precisas e diversificadas, com limitada toxicidade, abriram-se novas perspectivas na abordagem terapêutica do paciente oncológico: cirurgias menos extensas substituíram gradativamente as operações do passado, permitindo mutilações limitadas e funcionalidade progressivamente maior, sem prejuízo nas taxas de cura e da sobrevida a longo prazo.”
Sabemos que cirurgia e a radioterapia em alguns casos competem pela melhor indicação de tratamento exclusivo e na maioria destes casos apresentam resultados semelhantes de cura. Em outros cânceres, como por exemplo o câncer de mama, a experiência demonstrou que nos casos iniciais a associação de cirurgia menos radical e radioterapia menos agressiva, usados conjuntamente, oferecem excelentes respostas, com preservação da mama e bom resultado estético.

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