Conheça mais sobre a “Doença do Beijo”

7 de fevereiro de 2014

Dr. Jeferson d’Avila fala sobre doença que é transmitida pela saliva a Mononucleose Infecciosa conhecida também como a “Doença do Beijo” em reportagem publicada pela Infonet, confira abaixo:

 

Doença do Beijo: sintomas são semelhantes ao da gripe

Você já ouviu falar em Doença do Beijo? Esse é o nome popular da Mononucleose Infecciosa, enfermidade transmitida pela saliva. Nessa época do ano, onde há várias festas, beijos e “amores de verão”, o contágio é mais favorecido. Entretanto, apesar de seu nome parecer assustador, a doença é tratável.

“A Mononucleose acomete principalmente a garganta, mas pode atacar todo o sistema linfático do organismo. Ela deixa a pessoa com febre, prostrada, com dor de garganta, e, às vezes, com náusea, ou seja, com os distúrbios de um processo infeccioso”, explica o otorrinolaringologista Jeferson D’ávila.

Segundo o especialista, a Doença do Beijo é transmitida pelo vírus Epstein Barr, pertencente à família do herpes. Ele pode ficar alojado no organismo durante muitos anos de forma silenciosa, sem se manifestar, ou, devido a alguma imunodeficiência, pode levar o indivíduo a sentir os sintomas.

 

“A adolescência é a faixa etária mais acometida por essa doença, pois é, infelizmente, a que beija mais, principalmente em festas, e tem uma maior multiplicidade de parceiros. Já o adulto normalmente possui seu parceiro certo, mas qualquer pessoa tem que ter cuidado”, ressalta Jeferson.

A doença, que aparenta ser um ataque de garganta, não tem um tratamento específico e, em geral, é feito à base de repouso, hidratação e uso de polivitamínico. Já o diagnóstico é realizado em laboratório. De acordo com o otorrino, ao notar os sintomas, o ideal é buscar auxílio médico e não utilizar qualquer antibiótico, pois determinadas medicações podem até complicar ainda mais o quadro.

“Fica aí o recado para as pessoas que forem ao Pré-Caju  – e até mesmo ao Carnaval e outras micaretas – para que tenham cuidado para não beijar quem nunca viu na vida, pois a pessoa pode ser portadora deste e de outros tipos de doenças viróticas, genéticas e bacterianas”, alerta o profissional, que ainda acrescenta que, se a doença estiver na fase silenciosa, ela não é transmitida pelo portador.

 

Por Monique Garcez

Fonte: http://www.infonet.com.br/verao/2014//ler.asp?id=153747

 


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